quarta-feira, 14 de maio de 2008

Acessórios muito úteis

CARRINHO
Quando descobri que estava grávida de gêmeos eu soube que teria muitas dificuldades, mas nunca imaginei que elas começariam antes mesmo do parto, durante a compra dos acessórios. É muito difícil encontrar artigos específicos para gêmeos, a começar pelo carrinho. É difícil encontrar carrinhos para gêmeos nas lojas, e quando se encontra é daquele modelo em que as crianças se sentam uma ao lado da outra. Ótimo, ambos ficam confortáveis e virados para a frente, mas... será que passa na porta de um apartamento???


Tive a impressão que esse carrinho realmente não ia passar na porta do meu apartamento, então preferi não arriscar. Acabei comprando um em que as cadeirinhas ficam uma atrás da outra, sendo uma delas removível e passível de ser posicionada para a frente ou para a trás - caso em que os bebês ficam um de frente para o outro, como na foto ao lado. Esse carrinho acabou me sendo muito útil também na hora de dar mamadeiras ou refeições para ambos ao mesmo tempo.


Conforme as crianças foram crescendo e se mexendo mais, seus pezinhos começavam a se bater e eles começaram a brigar - depois do primeiro ano o Nuno sempre queria sair da cadeira dele e ir para cima da Catarina. Então depois de algum tempo tive que colocá-los sempre virados para a frente - ambos.


CADEIRINHA DE BALANÇO
Outra coisa que me ajudou muito foi uma cadeirinha de balanço que minha irmã e meu cunhado me emprestaram. Na verdade era isso que me salvava naquela hora em que os dois bebês resolviam sentir fome ao mesmo tempo - o que sempre acontecia justamente naquele intervalo em que eu ficava sozinha com os dois em casa. Então como eu já sabia que depois do soninho da tarde eles acordavam e queriam mamar na mesma hora, passei a colocar um deles na cadeirinha, assim se ele acordasse antes de eu terminar de amamentar o outro, se distraía com o balanço, com as luzes e musicas e ficava tranquilo até que eu pudesse pegá-lo. E era também ali que eu colocava o bebê que já tinha mamado para poder amamentar o outro com relativa calma.


É lógico que algumas vezes a tática não funcionava e eu tinha que amamentar ouvindo uma criança chorar, mas isso também foi uma coisa à qual me condicionei desde o começo: eu sabia que muitas vezes teria que ouvir um bebê chorar, então isso não me estressava - mesmo porque estando sozinha não havia nada que eu pudesse fazer a não ser ter paciência.






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